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O MAQUINISTA de Athol Fugard

DIREÇÃO DE MARCO ANTONIO RODRIGUES

Espetáculo Teatral

Em fase de captação de recursos para produção

SINOPSE

Em breve.

DIRETOR

MARCO ANTONIO RODRIGUES

Encenador teatral, foi fundador e diretor artístico do Folias, coletivo teatral de São Paulo, Brasil. -  e editor da revista “Caderno do Folias”. É encenador também de “O Teatrão, coletivo teatral português sediado em Coimbra. Tem especialização no Sistema Stanislavski pela Academia Russa de Arte Teatral – Moscou. Como colaborador atua como professor-encenador da Escola Superior de Artes Célia Helena e do Teatro-escola Célia Helena, uma das mais antigas escolas do Brasil. Atua também como professor-encenador do Curso de Teatro da Escola Superior de Educação em Coimbra, e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, ambas em Portugal. Realizou mais de cinquenta encenações ao longo da carreira. Entre seus últimos trabalhos a encenação de “Solidão” dramaturgia de Sérgio Roveri, e “Ala de Criados”, de Mauricio Kartun, em São Paulo. Atualmente dirige “Terrenal”, de Mauricio Kartun. Em seu currículo constam os Prêmios Shell, Mambembe, APCA, Molière, Prêmio Villanueva, da crítica cubana, entre outros, além de numerosas indicações.

ELENCO

CARLOS FRANCISCO

Iniciou sua carreira  em Belo Horizonte MG na década de 80  tendo se tornado sindicalizado em 1987. Em 1997 já em São Paulo, passa a integrar o Grupo Folias d´Arte como ator, diretor, produtor e administrador da sede do Grupo, o teatro Galpão do Folias. No Teatro participou de vários espetáculos como ator dentre eles :  “Hoje é dia de Rock” de Jose Vicente, direção de Alexandre Colla;  “O Assassinato do Anão do Caralho Grande”* de Plínio Marcos; “Happy End” de Elizabeth Halptman ; “Babilônia”  de Reinaldo Maia; - “Otelo” de Willian Shakespeare; “Orestéia – O canto do bode”- Dramaturgia de Reinaldo Maia (trilogia de Ésquilo),  todos com direção de Marco Antonio Rodrigues ; “O Grande Grito” de Gabriela Rabelo – Direção de Zé Renato; -“Folias Galileu”- Direção Dagoberto Feliz dentre outros. No Folias dirigiu “Nada Mais Foi Dito Nem Perguntado” de  Luis Francisco Carvalho Filho e “Algo de Negro” espetáculo de rua com dramaturgia de Thiago Mendonça. No  cinema atuou em curtas e longas metragens  de vários diretores. Dentre Eles: “Bacurau” – longa –  Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles ;  “Curtas Jornadas Noite a Dentro” – longa – Thiago Brandimarte Mendonça (Preparação de Elenco e atuação) ;  “Desterro” – longa –   Maria Clara Escobar ; “No Coração do Mundo” – longa – Maurilio Martins e Gabriel Martins; “Um filme de Cinema” – longa – Thiago Brandimarte Mendonça; “Nada” – curta – Gabriel Martins; “Arábia” – longa – Affonso Uchoa e João Dumans; “Jovens Infelizes”  – longa –  Thiago Mendonça; “Rapsódia para o Homem Negro” – curta – Gabriel Martins.

RENAN ROVIDA

Trabalhou por 5 anos na Companhia do Latão e participou da criação das peças "Ópera dos Vivos" e "O Patrão Cordial", prêmio Questão de Crítica de melhor elenco e da remontagem de "A Comédia do Trabalho" e inúmeras leituras dramáticas e oficinas de atuação. Também participou da apresentação da leitura de "Revolução na América do Sul", em homenagem a Augusto Boal. Atua na peça "Fome.doc" da Kiwi companhia de Teatro. Dirigiu o trabalho "Granizo" com o coletivo Novo Teatro em Ruínas. Como professor, ministrou a oficina de Atuação no "II Encuentro La Posible Actualidad de Brecht", em Buenos Aires-AR, a convite da organização do referido festival. Lecionou Direção de Atores na Academia Internacional de Cinema em São Paulo de 2016 a 2018 para o Curso Técnico em Direção Cinematográfica e segue colaborando com o Curso de Atuação para Cinema e TV. Realizou diversas oficinas dentre as quais se destaca a oficina de Atuação Realista na "21ª Mostra de Cinema de Tiradentes" (2018). Em cinema atuou em "Os Sonâmbulos", de Tiago Mata Machado (melhor filme da mostra Caleidoscópio no 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro), “Baixo Centro”, de Ewerton Belico e Samuel Marotta (melhor filme na 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes), “Arábia”, de Affonso Uchôa e João Dumans (melhor filme no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro). Também trabalhou como ator com os cineastas Adirley Queirós na série "Fantasmas da Casa Própria", Thiago B. Mendonça no longa-metragem "Jovens Infelizes ou um homem que grita não é um urso que dança" (melhor filme no 19º Mostra de Cinema de Tiradentes), Bruno Mello Castanho e Adriana Barbosa no curta-metragem "Ferroada" e no longa "Madrigal para um poeta vivo" e André Carvalheira, no longa-metragem "New Life S/A". Na TV, participou das séries "Pedro e Bianca" na TV Cultura, "Amigo de Aluguel" da Universal Channel e "9mm" da Fox.

FICHA TÉCNICA

Direção de Produção

Maria Tereza Urias

 

Direção Musical

Kiko Dinucci

 

Cenografia

Fernanda Aloi

 

Figurino

Carlos Escher

 

Iluminação 

Túlio Pezzoni

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